
“A assim chamada ‘voz interior’, o espiritual no ser humano, a que ele pode dar ouvidos, é a intuição! Não é em vão que a voz do povo diz: ‘A primeira impressão é sempre a certa’.
Como em todas essas frases e ditados semelhantes, assim também aqui reside profunda verdade. Por impressão sempre se compreende a intuição. O que uma pessoa, por exemplo, intui no primeiro encontro com uma até então desconhecida é ou uma espécie de advertência para que se acautele, podendo ir até a repulsa total, ou algo agradável até a simpatia plena, e em alguns casos também indiferença.
Se, então, essa impressão, no decorrer da conversação e nas relações posteriores, for alterada ou totalmente apagada pelo critério do raciocínio, de modo que surja a ideia de que a intuição original tenha sido errada, no fim de tais conhecimentos quase sempre resulta a precisão da primeira intuição. Muitas vezes para amarga dor daqueles que se deixaram enganar pelo raciocínio, devido ao modo dissimulado dos outros.
A intuição, que não é ligada ao espaço e ao tempo, e que está em conexão com espécies iguais, com o espiritual, reconhece logo nos outros a verdadeira natureza, não se deixa enganar pela habilidade do raciocínio.”
Abdruschin, Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal

“Imaginai no lugar do teto fios luminosos e delicados que pendem como um fino e transparente véu acima do ‘tecer ao vosso redor’, do qual emana um perfume delicioso capaz de fortalecer e vivificar de maneira singular, tão logo se esteja capacitado a senti-lo conscientemente, dando-lhe atenção."
Abdruschin, Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal

“Quando o ser humano não puder reunir ambas, a palavra com a sua vontade, quando tiver de pensar sobremodo, a fim de dar forma certa às suas palavras, então será melhor apenas orar e agradecer, ou pedir com a intuição, sem palavras! Então, certamente será mais puro!”
Abdruschin, Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal
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“A Atlântida não mais existia. Desapareceu da face da Terra em um dia e uma noite.
Já depois de pouco tempo não restava mais nenhum vestígio desse extraordinário acontecimento, a não ser a esquisita coloração das nuvens e o mar revolto.
Desaparecidos estavam os…”
Roselis von Sass, Atlântida, Princípio e Fim da Grande Tragédia