Essa é a terceira de cinco histórias. Assista à quarta história.

“Não havia, em todos esses países, uma única solenidade nos templos, não importando de que espécie fosse, que não utilizasse a mistura de fragrâncias de Sabá. As resinas aromáticas eram espalhadas em forma de grãozinhos sobre os incensórios sempre preparados. A fumaça que se elevava deveria indicar que os pensamentos das pessoas reunidas, preparadas para a devoção, estavam igualmente dirigidos para cima.”

“No Templo do Onipotente Criador encontrava-se um altar. Três degraus conduziam ao altar, o qual era coberto por uma placa de ouro martelado. Sobre essa placa se encontrava um prato de bronze: o recipiente com a luz eterna.”
Roselis von Sass, A Desconhecida Babilônia