“No quarto dia após o sepultamento, Triakoh tirou as duas tochas da entrada do palácio. O portal novamente estava aberto, e os amigos chegavam até a casa. Normalmente esse dia deveria ser passado festivamente. Ter-se-iam dedicado à música e a cantos, relembrando-se do falecido, que, juntamente com seus espíritos acompanhantes, já estaria a caminho de um outro país. No fim do dia, teria chegado um contador de histórias para apresentar sagas antigas e verídicas. Poderia também ter acontecido que um sábio ou sacerdote aparecesse, narrando fatos desenrolados entre o grande povo dos entes da natureza. De qualquer forma teriam passado horas em convívio alegre, horas que, ao mesmo tempo, lembravam a cada um que eram apenas hóspedes nos mundos dos planetas… Alguns durante um tempo mais curto, outros, mais longo!”
Roselis von Sass, A Desconhecida Babilônia

“...o conhecimento das leis universais da Criação, igualmente imutáveis, permite saber de antemão o que aguarda a humanidade como um todo no futuro...”
Roberto C. P. Junior, O Filho do Homem na Terra

Numa época de muita informação e pouca clareza, há a sensação de que algo está em ebulição. As mudanças são rápidas demais para serem digeridas e as referências conhecidas se desorganizam facilmente, enquanto tentamos seguir uma rotina.
Talvez por isso um fenômeno silencioso acontece: cada vez mais pessoas voltam a se interessar por textos antigos e pelas perguntas que a modernidade tentou silenciar.
Quem somos? De onde viemos? Para onde estamos indo? Qual o sentido por trás das crises que atravessamos?
“Nuvens de perfume me envolvem, ao aproximar-me da ponte sobre o Nilo. As acácias e as laranjeiras dos maravilhosos jardins de Gizé estão em plena formação. Olho para as canoas do Nilo, balançando levemente junto à beira do rio, e lembro-me da minha vinda."
Roselis von Sass, A Grande Pirâmide Revela Seu Segredo
