"Os sumerianos não denominavam os grandes enteais de deuses, mas de “senhores da natureza”. Os pequenos enteais recebiam nomes especiais. Aliás, chamavam também os elfos das árvores e os gnomos das pedras de “senhores das árvores” e “senhores das pedras” respectivamente… Aos pequeninos enteais femininos davam a expressão “fada”; falavam por exemplo das fadinhas das flores, do ar, da luz, etc.
Denominavam os guias espirituais das criaturas humanas de “acompanhantes”. Os sumerianos gostavam de seus acompanhantes e seguiam seus conselhos incondicionalmente."
Roselis von Sass, O Livro do Juízo Final
"O conhecido “saci”, de uma só perna, certamente faz parte da espécie dos curupiras. Esses entes, quando se locomovem, dão realmente, às vezes, a impressão de que têm apenas uma perna…”
Roselis von Sass, Revelações Inéditas da História do Brasil

Caroline Derschner
A perda do sagrado, que no passado irrigava com o espiritual aquilo que era terreno, trazia mais do que uma vivificação para a labuta diária. Era também uma lembrança de um antigo ensinamento que alude que não devemos empoleirar o dia a dia em nosso altar pessoal, adorando o efêmero, mas sim levar o impulso de nossa sintonização devocional para o dia a dia, elevando tudo que for possível ao nosso alcance.

“Imaginai no lugar do teto fios luminosos e delicados que pendem como um fino e transparente véu acima do ‘tecer ao vosso redor’, do qual emana um perfume delicioso capaz de fortalecer e vivificar de maneira singular, tão logo se esteja capacitado a senti-lo conscientemente, dando-lhe atenção."
Abdruschin, Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal
