Pastores na Terra

junho 04, 2024


“Vozes! Vêm de muito longe… Falam da grandeza de um povo proveniente dos altiplanos dos Andes e que em amor, bondade e sabedoria estava ligado a tudo quanto é criado… Era um povo que há dois mil anos ainda estava livre de culpas…

‘Somos pastores na Terra’, dizia esse povo de si mesmo. ‘Pastores em nome do deus do Sol, ‘Inti’!’

‘Devemos proteger, guiar e ensinar, assim como nós fomos protegidos, guiados e ensinados por poderes superiores…’

Procuramos e encontramos os seres humanos que outrora assim falavam! Pois nada se perdeu do que ocorreu desde o nascimento do primeiro ser humano na Terra. Tudo o que aconteceu no decorrer dos tempos ficou registrado e guardado. Não, nada se perdeu.”

Roselis von Sass, A Verdade sobre os Incas

Descubra a grandeza do povo Inca



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Regeneração

dezembro 04, 2025


“‘- Teu cometa lembra-me de uma profecia que alguns sábios incas receberam há longos tempos. Milênios passaram-se. Contudo, a profecia não foi esquecida. Maxixca e Tenosique  queriam interromper  Saibal, mas este deu a entender com um gesto de mão que queria continuar a falar. 

- Tenho a intuição de que estamos próximos do tempo em que uma nova fase começará para a humanidade. Uma fase nova precedida de…”

Roselis Von Sass, A Verdade Sobre os Incas

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Curupiras, faunos ou Saci

outubro 28, 2025


"
O conhecido “saci”, de uma só perna, certamente faz parte da espécie dos curupiras. Esses entes, quando se locomovem, dão realmente, às vezes, a impressão de que têm apenas uma perna…”


Roselis von Sass,  Revelações Inéditas da História do Brasil

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Beleza Mínima

outubro 25, 2025


Sibélia Zanon

A beleza é mandamento na asa de passarinho. Se assim não fosse, a cor não habitaria tanta pena. Planando em altura e com leveza, a beleza é arrebatamento – um horizonte se deita sob suas asas.

A beleza chega a ser pungente – pulsa e se faz reconhecer fácil e intimamente. É essência e necessidade numa vida que busca inteirezas. 

Por ser tão forte, chega a provocar desconforto ao revelar a ferida. Deflagra aquilo que o cotidiano – coberto com um manto tecido de dor e breu – não consegue ser. Ao iluminar a penumbra costumeira, a beleza constitui-se num lembrete da escassez e pode fazer doer uma saudade. O que parecia conforto passa a ser…

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