Na Luz da Verdade

outubro 23, 2012





“Considere-se a gota d’água, cuja incondicional pureza cada olho testemunha e que, observada através dum microscópio, encerra milhares de seres vivos, que dentro dela, sem piedade, lutam e se destroem. Não há, às vezes, bacilos na água, no ar, que possuem força para destruir corpos humanos, e que não são percebidos pelos olhos? Todavia se tornam visíveis através de instrumentos aperfeiçoados.
 
Quem ousará ainda depois disso afirmar que não encontrareis coisas novas até agora desconhecidas, tão logo aperfeiçoardes melhor tais instrumentos? Aperfeiçoai-os mil vezes, milhões de vezes, mesmo assim a visão não terá fim; pelo contrário, diante de vós se desvendarão sempre de novo mundos que antes não podíeis ver nem sentir e que, todavia, aí já existiam.

O pensamento lógico leva a idênticas conclusões sobre tudo o mais que as ciências até agora conseguiram colecionar. Dá-se a expectativa de permanente desenvolvimento e nunca, porém, de um fim.” 




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Mão segurando uma pequena flor branca
 
"Pingou, o pingo da chuva, do chuveiro e do choro. A menina da nossa história não sabia explicar o motivo certo da sua dor: existia uma dor de solidão no coração, mas ela disse que a dor era no ouvido. Foi então que alguém pôde secar o seu pingo de tristeza. A menina encontrou uma professora que entendia dessas dores. Ganhou um remédio de mentirinha, foi embalada num abraço e sarou. Grande essa arte de curar dores que os remédios não conhecem, não é mesmo?”

Sibélia Zanon, Espiando pela Fresta
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— A alma, Muno, é aquilo que dia e noite chora dentro de ti, porque tu a deixas faminta, e a maltratas. A alma é a melhor porção do nosso ‘eu’, que vem do Alto e não descansa enquanto nós não a reconduzimos outra vez para lá. Se não a tratamos assim, chora, então, nossa alma, como chora, agora, a tua, Muno.”

Buddha, Coleção o Mundo do Graal
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