"...Bildad elogiou Haran e Biltis,buscando a seguir três copos de ouro da sala contígua. Colocou primeiramente os copos lado a lado na mesa, de modo que todos pudessem vê-los; a seguir, colocou-os um dentro do outro.
— Agora podeis ver apenas um copo. Aliás, o mais externo. Suponhamos que esse copo fosse o corpo terreno. Se esse corpo terreno morrer, então aparece o copo do meio, a alma. E se eu tirar agora também o copo do meio – pois a alma morre igualmente, quando o tempo para isso tiver chegado – então o espírito está livre novamente. Sem os invólucros constituídos pela alma e o corpo terreno, ele não tem mais nenhuma ligação com os mundos perecíveis da matéria.
Bildad recolocou os copos um dentro do outro e disse finalizando:
— Cada um de nós é uma pequena trindade! Se cada parte dessa trindade cumprir seu dever em sentido correto, então sombra nenhuma turvará nossa harmonia com o céu!”
Roselis von Sass, Sabá. O País das Mil Fragrâncias
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“A Atlântida não mais existia. Desapareceu da face da Terra em um dia e uma noite.
Já depois de pouco tempo não restava mais nenhum vestígio desse extraordinário acontecimento, a não ser a esquisita coloração das nuvens e o mar revolto.
Desaparecidos estavam os…”
Roselis von Sass, Atlântida, Princípio e Fim da Grande Tragédia

“...é agora oportuno o estímulo para a reflexão serena e para o desenvolvimento da justa capacidade de julgamento próprio, a qual repele qualquer inclinação cega a opiniões alheias e...”
Abdruschin, Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal
“Moluscos parecem seres felizes com sua concha protetora: escudo, esconderijo, disfarce. Inspirada nessa condição, fiz muitas vezes como se fosse um deles e brinquei de esconder, simplesmente desejando esquecer o caminho para a porta de saída da concha e não deixando também ninguém e nada entrar.
Ilusão. Mesmo fechando os acessos ao interior, permanecia uma...”
Sibélia Zanon, Espiando pela Fresta

