Coletânea de percepções

março 17, 2020

Desenho de flor em grafite preto e branco com joaninha em destaque, na cor azul clara e preta, com asas semi abertas.

Entre dezembro e fevereiro, a magnólia-amarela (Michelia champaca) anuncia o verão. O anúncio acontece pelo perfume, que invade o ar, e nos faz procurar flores. Onde estão? Que cor têm? O evento faz pensar em como seria uma vida sem calendário, nem relógio, orientada pela narrativa que os nossos sentidos são capazes de criar, ao acolher as pistas fornecidas pela natureza. Já foi assim um dia. Hoje temos muitos recursos, mas às vezes falta a presença, o olhar atento e a sabedoria. Quantos conhecimentos originais e enriquecedores poderíamos coletar com base nessas percepções?

“Antes de os alunos serem admitidos, eles tinham primeiramente de aprimorar a própria capacidade de observação. Precisavam, através do brilho das neblinas que pairavam sobre as águas, bem como das cores e das composições das nuvens, das correntezas do ar e ainda do comportamento dos pássaros e insetos, chegar a ponto de poderem prever as vindouras modificações climáticas. Acrescentavam-se a essas observações visuais as percepções do olfato.”

Roselis von Sass, A Desconhecida Babilônia


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Lei da Harmonia

agosto 04, 2020

Imagem de orquídea cor de rosa escuro, pintadinha, em zoom de todos os detalhes e sua beleza.

“O mal se destrói a si mesmo! Apenas o que estiver ancorado na lei da harmonia tem existência duradoura!”


Roselis von Sass, A Desconhecida Babilônia
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Pensamentos vivos

agosto 01, 2020

Imagem de fio com pequenas lâmpadas e brilho de luz


Pensamentos bons, alegres ou belos, geram seres luminosos, os quais, na medida da força de cada um, procuram sempre um ponto em que possam encontrar sua igual espécie. Acolhei, sem hesitar, esses pensamentos bons, visto que uma pessoa alegre pode fazer muito mais que uma pessoa casmurra ou triste.”

Buddha, Coleção o Mundo do Graal

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Conexão silenciosa

julho 30, 2020

Lanternas acesas juntas no chão


Fátima acenou afirmativamente com a cabeça. Ela também conhecia essa maneira de transmissão de pensamentos, unindo entre si, muitas vezes, membros de famílias várias milhas distantes…”

Roselis von Sass, África e seus Mistérios

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