“O destino do ser humano, assim como o do povo e, por fim, de toda a humanidade, é comparável a um trem que se encontra parado, esperando, numa linha férrea de uma só via, diante de um entroncamento de ferrovias para todas as direções. O ser humano manobra uma das chaves de desvio, segundo a própria vontade, sobe e solta o vapor, isto é, vivifica-o.
Ao entrar no desvio da ferrovia por ele escolhido, só é possível citar-se as estações intermediárias e a estação final, não, porém, a hora exata das respectivas chegadas, pois isso depende da velocidade da marcha, que pode variar segundo a espécie da pessoa, pois o ser humano vivifica a máquina que será impelida de acordo com sua disposição, isto é, em marcha uniforme e serena, ou com impetuosidade desenfreada, ou com ambas, alternadamente. Quanto mais tal trem, seja de uma só pessoa, de povos ou da humanidade, se aproxima de uma estação de sua ferrovia — ou da direção de seu destino —, com tanto maior segurança poderá ser então vista e apontada a próxima chegada.”
Abdruschin, Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal

“... existe um significado muito sério relacionado com os nomes, quer se trate do nome de pessoas, de animais, plantas ou de países. Todo o nome é, a seu modo, um filtro que dá passagem a vibrações da Luz de uma certa e determinada significação.”

“Se, na ascensão, a pessoa permanecer parada numa determinada altitude, ainda corre o risco de...”
Roberto C. P. Junior, O Filho do Homem na Terra
“Maria Madalena sentia-se muito feliz. Caminhava como em sonho e não sabia como chegara à hospedaria. Havia seguido seguramente seu caminho nesse povoado desconhecido. Logo estava novamente reunida com as outras mulheres; ela sentiu-se literalmente impelida à proximidade delas. Parecia-lhe poder agora lhes falar irrestritamente e lhes perguntar sobre tudo o que tanto a agitava.
Constantemente chamava a sua atenção o modo simples e natural com que elas...”
Maria Madalena, Coleção o Mundo do Graal

