Vivência

Setembro 19, 2016

Sibélia Zanon

Experiências podem ser transformadoras. Podem fazer com que formas antigas de pensar morram para dar espaço a novas maneiras de sentir e de agir. É como se pudesse brotar um jeito novo de ver uma mesma coisa ou, ainda, um jeito novo de notar algo que antes não nos chamava atenção. Assim, podem morrer ilusões emprestadas ou conceitos rígidos para, depois, nascerem formas vivas e autênticas de ver. Essas formas novas fazem parte da bagagem mais preciosa que cada um carrega. Bagagem essa que não se empresta e tampouco se pode doar.




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"A Terra e as miríades de astros são de espécie grosso-material. Por isso, podemos, nós seres humanos, ver com os órgãos sensoriais de nossos corpos de matéria grosseira tudo o que ocorre neste mundo. Os enteais, que outrora fizeram surgir a Terra numa beleza paradisíaca, são de uma matéria grosseira mais fina. Por essa razão não podemos vê-los, com exceção de poucas pessoas, pessoas essas, aliás, encontradas cada vez em menor número."

 
Roselis von Sass, O Nascimento da Terra

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Livre-arbítrio

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 Diante dos diferentes caminhos, muitos se questionam: O que nos impulsiona a enveredar por uma rota específica? Existe o livre-arbítrio? Qual a sua relevância, se consideradas variáveis como a genética, o destino, o carma e, ainda, os experimentos da neurociência? Pressionado adicionalmente pelo materialismo, pelas artimanhas de todo tipo de marketing e pelas avançadas tecnologias que pretendem determinar impulsos de compra e opiniões, o livre-arbítrio parece bem tolhido no tempo presente. Contudo, por baixo das camadas materiais, há algo que pulsa no âmago de cada ser humano.

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