“Todos os antigos povos da Terra celebravam, em agradecimento, festas em sua honra. Mesmo quando teve início a decadência humana, isto é, quando não havia mais templos nem locais especiais de culto, acendiam-se anualmente, em meados de junho, os fogos em honra do Sol. Eram sempre dias festivos. Os seres humanos cantavam hinos em seu louvor e pediam que ele, o “Fulgurante”, brilhasse beneficamente sobre suas sementes. No decorrer desses dias e noites festivas colhiam-se ervas curativas e plantavam-se certas árvores, arbustos e flores; as pessoas mais jovens e as crianças dançavam em volta das fogueiras, e as gerações mais velhas entoavam em coro canções de agradecimento em honra de Apolo…
Todas as fogueiras em homenagem ao Sol acendiam-se quando este se achava em seu ponto mais alto, isto é, ao meio-dia. Às vezes alguns poucos, geralmente crianças, podiam ver nessa hora o senhor do Sol nos ares. Quando isso sucedia, um júbilo indescritível reinava entre os participantes das festividades…”
Roselis von Sass, O Livro do Juízo Final

"Lao-Tse mudara os antigos costumes com seus discursos, anunciando a todos que perante Deus não importa posição ou título de nobreza, e sim apenas a constituição íntima de cada um."

“... existe um significado muito sério relacionado com os nomes, quer se trate do nome de pessoas, de animais, plantas ou de países. Todo o nome é, a seu modo, um filtro que dá passagem a vibrações da Luz de uma certa e determinada significação.”
O tempo todo somos encontrados por novas sensações. O mundo nos afeta, achando constantemente uma porta de entrada. Somos providos de sentidos e, por meio deles, cheiramos e sentimos o mundo. Elaboramos experiências do lado de dentro e, então, transpiramos aquilo que nos tocou de forma transformada e singular. Como participantes desse fluxo constante de afetos, temos também a capacidade e a responsabilidade de afetar.
