O mês de dezembro sempre se revestiu de um encanto especial, desde minha infância, mas hoje os sentimentos parecem tão nostálgicos, tão diferentes... Um amigo me disse que essa é a época da melancolia na cidade, que é preciso tomar cuidado com os ânimos depressivos. Interessante como coexistem movimentos aparentemente tão ambíguos: a agitação das festas de fim de ano, a correria dos preparativos e finalizações, a expectativa de férias, diversão, comidas, bebidas e encontros, e por outro lado uma teimosa sensação de isolamento, de ausência de sentido, de vazio.
Vez por outra tenho percebido essa conotação melancólica nas pessoas e em mim mesma. Parece haver uma dificuldade geral de se encantar com a vida, de sentir espontânea alegria – como era natural na infância. E o Natal parece trazer essa constatação com maior intensidade.
Continue lendo no livrete “Reflexões sobre o Natal” abaixo:

“Imaginai no lugar do teto fios luminosos e delicados que pendem como um fino e transparente véu acima do ‘tecer ao vosso redor’, do qual emana um perfume delicioso capaz de fortalecer e vivificar de maneira singular, tão logo se esteja capacitado a senti-lo conscientemente, dando-lhe atenção."
Abdruschin, Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal

Você já se perguntou de que ponto do planeta se originou a humanidade?
Durante muito tempo, a ciência acreditou que o ser humano moderno havia surgido em um único "berço da humanidade", no leste da África.
Mas novas descobertas mudaram esse cenário.

“...deve-se considerar cada nascimento um bondoso presente de Deus distribuído equanimemente. Também para aquele que não tem filhos e adota uma criança…”
Abdruschin, Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal
