Buddha

janeiro 29, 2013



Uma viagem pela Cordilheira do Himalaia, ao encontro das origens do budismo!

O príncipe Siddharta levava uma vida paradisíaca no palácio de Kapilawastu e, subitamente, teve que descer até a mais baixa casta social indiana para percorrer um intenso caminho de dificuldades e aprendizados.

Em sua peregrinação, Siddharta foi estimulado a refletir sobre
 diversos aspectos da existência
 humana que lhe pareciam obs
curos, desenvolvendo, assim, 
elevada sabedoria e tornando-se 
um mestre espiritual para seu 
povo. A grande revelação em sabedoria, no entanto, viria a ser seu neto e sucessor, Gáutama-Buddha.


Ao longo da narrativa, o leitor conhecerá os primórdios do budismo, obtendo uma nova visão sobre as origens de vários conceitos, como a causa dos sofrimentos humanos, o Nirvana e a reencarnação, atualmente interpretados de inúmeras formas.



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Pingo de gente

setembro 26, 2020


Mão segurando uma pequena flor branca
 
Pingou, o pingo da chuva, do chuveiro e do choro. A menina da nossa história não sabia explicar o motivo certo da sua dor: existia uma dor de solidão no coração, mas ela disse que a dor era no ouvido. Foi então que alguém pôde secar o seu pingo de tristeza. A menina encontrou uma professora que entendia dessas dores. Ganhou um remédio de mentirinha, foi embalada num abraço e sarou. Grande essa arte de curar dores que os remédios não conhecem, não é mesmo?”

Sibélia Zanon, Espiando pela Fresta
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setembro 24, 2020

Botão de rosa vermelha na chuva
 
— A alma, Muno, é aquilo que dia e noite chora dentro de ti, porque tu a deixas faminta, e a maltratas. A alma é a melhor porção do nosso ‘eu’, que vem do Alto e não descansa enquanto nós não a reconduzimos outra vez para lá. Se não a tratamos assim, chora, então, nossa alma, como chora, agora, a tua, Muno.”

Buddha, Coleção o Mundo do Graal
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Observar

setembro 22, 2020

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“A pessoa que olhar com atenção ao seu redor, poderá muitas vezes observar exatamente a imagem básica de todos os fenômenos da Criação em seu ambiente mais próximo, já que nas coisas mínimas sempre também se refletem as máximas.”

Abdruschin, Na Luz da Verdade – Mensagem do Graal
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