Reflexões sobre Temas Bíblicos

dezembro 14, 2012





"Apesar de as pessoas não terem a verdadeira compreensão do enorme sacrifício de Cristo ao vir à Terra, todos dizem que ele veio para nos salvar. Muitos dizem até que Cristo veio para morrer na cruz e que com esse sacrifício nos salvou a todos.

Vários erros decorrem dessas afirmações.

Em primeiro lugar, ele não veio para morrer na cruz! Qual pai enviaria seu filho para tão horrenda morte? Acreditar que o Criador enviou Seu filho para morrer na cruz é acreditar em um Deus cruel e arbitrário.

São de Cristo as palavras a respeito de sua missão:

‘Eu vim ao mundo como luz, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. 
Se alguém ouvir as minhas palavras, mas não as guardar, eu não o julgo. Pois eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvá-lo.’ (Jo 12:46-47)

A propósito, a pena de morte na cruz prevista na lei romana só era executada para quem não fosse cidadão romano. Isto porque era considerada uma forma muito cruel de executar o condenado, que morria por asfixia, lentamente.

Em razão de ser esta uma forma 
cruel de executar os condenados com
 a pena capital, os cidadãos romanos 
eram executados pela espada, como
 ocorreu com Paulo, que logo ao ser 
preso devido à perseguição que lhe moviam os judeus, declarou-se cidadão romano, fazendo valer suas prerrogativas (At 22:25-29).

Cristo foi enviado à Terra mesmo diante da enorme possibilidade de que os homens não o reconhecessem e o assassinassem, como de fato ocorreu.

Se o Pai tivesse enviado Cristo para morrer na cruz, o papel de Judas Iscariotes e das demais pessoas envolvidas no horrível assassinato estaria de acordo com a vontade divina... Sim, pois se não fossem eles, não haveria a morte na cruz. Acreditar em tais coisas é escarnecer da divindade e querer empanar o brilho da missão do Filho de Deus e o sacrifício feito por ele!

Também Cristo não veio para salvar todos, mas muitos, o que é algo bem diferente. Ele veio apenas para salvar aqueles que desejassem ser salvos...”




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“Maria Madalena sentia-se muito feliz. Caminhava como em sonho e não sabia como chegara à hospedaria. Havia seguido seguramente seu caminho nesse povoado desconhecido. Logo estava novamente reunida com as outras mulheres; ela sentiu-se literalmente impelida à proximidade delas. Parecia-lhe poder agora lhes falar irrestritamente e lhes perguntar sobre tudo o que tanto a agitava.

Constantemente chamava a sua atenção o modo simples e natural com que elas...”


Maria Madalena,  Coleção o Mundo do Graal


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