Povos do Sol

agosto 25, 2020

Destaque de Papagaio verde com tons suaves de azul turquesa no alto da cabeça, camuflado em meio de arbusto de folhagens verdes.

“Paz, felicidade e harmonia reinavam entre os povos do Sol! Não necessitavam de palavras nem de templos para a sua veneração a Deus. Pois o que ofertavam ao Altíssimo não eram orações sem força, cujas vibrações não iam nem além da matéria grosseira, mas eram amor e gratidão, profundamente sentidos… Dessa gratidão legitimamente intuída e do amor a Deus floresciam-lhes reciprocamente, nos jardins do paraíso, as flores áureas do amor e os frutos da vida que nutriam os seus espíritos…

A essas criaturas humanas que viviam em felicidade e harmonia faltava qualquer sentido para posses terrenas. Possuíam apenas o que necessitavam para a vida cotidiana. Os seus desejos não iam além disso… Eram sábios e tinham consciência de que nada de terrenal era duradouro, uma vez que tudo estava sujeito a transformações. Além disso, sentiam-se todos ricamente presenteados por lhes ser permitido viver e desenvolver-se na maravilhosa Terra… A Terra era propriedade do onipotente Criador… por isso se sentiam ao mesmo tempo como os guardiões de tudo o que pertencia a Deus, o Senhor.”

Roselis von Sass, Revelações Inéditas da História do Brasil


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Força

janeiro 21, 2021

Postal com ilustrações de cocos e frase: "(...) a força advém unicamente do espírito! O vigor, do corpo!" - Na Luz da Verdade – Mensagem do Graal - Abdruschin


Abdruschin, Na Luz da Verdade – Mensagem do Graal

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Confiança e convicção

janeiro 19, 2021

Interior de cânions típicos do deserto

 
"'Moisés escuta: o povo te acreditará, se tua própria fé for invencível’, disse o príncipe serenamente. ‘Dúvidas e medo são acompanhantes perigosos. Põe, em lugar deles, a confiança e a convicção, então terás aliados poderosos! Quem tiver de cumprir uma missão, a esse abrem-se concomitantemente as fontes da força e do saber!'"

Roselis von Sass, Sabá, o País das Mil Fragrâncias

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Lições de aranha

janeiro 16, 2021

Gotas de orvalho formando uma teia

A pequena aranha tece, com zelo de artesã, ponto por ponto sua teia. Lança os fios translúcidos de um extremo a outro, trabalhando por horas e horas até obter um magnífico resultado. Sob a luz do sol, vislumbra-se a perfeição da obra desse minúsculo ser. Mas eis que virá o vento, a chuva ou um passante desatento, para pôr fim à completude da obra, destruindo a teia. Como reagirá, então, a aranha?

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