“Certa vez perguntaram a Gáutama como explicar isso. Não podiam compreender de que modo Siddha podia exercer essa influência. O interpelado respondeu-lhes que os pensamentos de Siddha eram de tal modo cheios de luz que transbordavam, beneficiando os circunstantes.
— Sabeis, perfeitamente, que as nossas sensações podem produzir verdadeiros demônios, que, devidamente alimentados por nós mesmos, podem se tornar independentes e atacar outras pessoas.
Já tinham conhecimento do fato. Em parte já tinham até visto isso.
— Pois bem, continuou Gáutama, imaginai, então, o mesmo processo em face da luz. Pensamentos bons, alegres ou belos, geram seres luminosos, os quais, na medida da força de cada um, procuram sempre um ponto em que possam encontrar sua igual espécie. Acolhei, sem hesitar, esses pensamentos bons, visto que uma pessoa alegre pode fazer muito mais que uma pessoa casmurra ou triste.”
Buddha, Coleção o Mundo do Graal
Veja aqui o vídeo sobre a obra
Caroline Derschner
A perda do sagrado, que no passado irrigava com o espiritual aquilo que era terreno, trazia mais do que uma vivificação para a labuta diária. Era também uma lembrança de um antigo ensinamento que alude que não devemos empoleirar o dia a dia em nosso altar pessoal, adorando o efêmero, mas sim levar o impulso de nossa sintonização devocional para o dia a dia, elevando tudo que for possível ao nosso alcance.

“Imaginai no lugar do teto fios luminosos e delicados que pendem como um fino e transparente véu acima do ‘tecer ao vosso redor’, do qual emana um perfume delicioso capaz de fortalecer e vivificar de maneira singular, tão logo se esteja capacitado a senti-lo conscientemente, dando-lhe atenção."
Abdruschin, Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal

Você já se perguntou de que ponto do planeta se originou a humanidade?
Durante muito tempo, a ciência acreditou que o ser humano moderno havia surgido em um único "berço da humanidade", no leste da África.
Mas novas descobertas mudaram esse cenário.
