
Sibélia Zanon
Ainda hoje, historiadores descobrem marcos na busca da origem da humanidade. Pesquisando elos perdidos na evolução do ser humano, cientistas se debruçam também sobre as teorias a respeito dos locais em que teriam surgido os primeiros seres humanos.
A teoria mais aceita pela ciência até pouco tempo mostrava que o homem moderno evoluiu em um único “berço de humanidade” há 200 mil anos na Etiópia, leste da África. Ele teria empreendido longas jornadas, ao mesmo tempo em que evoluía em sua caminhada sobre a Terra. Surgido na África, teria emigrado à Europa e à Ásia e, mais tarde, à Oceania e à América do Norte.
Evidências de presença humana muito antiga em certos lugares já contradiziam as expectativas sobre a origem do ser humano estar sedimentada exclusivamente em um ponto do continente africano. Recentemente, fósseis de cinco humanos encontrados no Marrocos, norte africano, mudam o que a ciência julgava correto sobre os primeiros seres humanos terem surgido exclusivamente no leste da África.
Segundo o livro Os Primeiros Seres Humanos, de Roselis von Sass, havia ao todo sete diferentes berços da humanidade. “Essas regiões eram denominadas ‘berços da humanidade’, já que foram os lugares de nascimento dos primeiros seres humanos na Terra.”
Segundo a autora, “Hoje apenas se pode indicar as suas posições aproximadamente, pois essas regiões que brilhavam na mais maravilhosa beleza da natureza já há muito tempo não existem mais. Em parte se acham sob as águas, ou estão cobertas por gigantescas camadas de gelo; algumas se encontram soterradas sob a areia de desertos. Também erupções vulcânicas contribuíram para sua destruição. Essas transformações processaram-se no decorrer do tempo”.

"Lao-Tse mudara os antigos costumes com seus discursos, anunciando a todos que perante Deus não importa posição ou título de nobreza, e sim apenas a constituição íntima de cada um."

“... existe um significado muito sério relacionado com os nomes, quer se trate do nome de pessoas, de animais, plantas ou de países. Todo o nome é, a seu modo, um filtro que dá passagem a vibrações da Luz de uma certa e determinada significação.”
O tempo todo somos encontrados por novas sensações. O mundo nos afeta, achando constantemente uma porta de entrada. Somos providos de sentidos e, por meio deles, cheiramos e sentimos o mundo. Elaboramos experiências do lado de dentro e, então, transpiramos aquilo que nos tocou de forma transformada e singular. Como participantes desse fluxo constante de afetos, temos também a capacidade e a responsabilidade de afetar.