
“…— Biltis, o que acontece quando um ser humano na Terra morre?
Biltis pensava intensamente. De repente ela olhou para os três copos de ouro na mesa. Sem hesitar ela adiantou-se, colocando os três copos um dentro do outro. Logo a seguir ela tirou novamente o primeiro copo, dizendo:
— Depois da morte, o espírito do meu pai ficará envolto apenas com suas vestes da alma…
— Aí ele será um espírito com camisa, exclamou Jeiel, alegre.
Biltis não deu atenção a tal interrupção. Ela olhou interrogativamente para Bildad. Será que a resposta dela estava correta?
— Tua resposta foi correta. Teu pai, depois da morte, será espírito e alma. Não obstante, continuará a ser o mesmo. A perda do corpo terreno não modifica seu espírito e sua alma! Sentirá por ti o mesmo amor como até agora, e tu também sempre te lembrarás dele com amor. Pois todos nós somos apenas hóspedes na Terra! Nossa verdadeira pátria é bem longe daqui…
Biltis sentia-se consolada. Se o ser humano é apenas um hóspede na Terra, então, pois, terá de morrer quando o tempo findar. Um hóspede não fica eternamente junto de seus anfitriões.”
Roselis von Sass, Sabá.O País das Mil Fragrâncias
— Nesta vida não mais nos veremos, disse ele amavelmente. Nós nos encontraremos, porém, várias vezes ainda, em outras vidas terrenas. Laços de amor unem nossos destinos, e serão ligações de amor que numa época remota novamente nos unirão.”
Roselis von Sass, A Grande Pirâmide Revela seu Segredo

“Nenhum ser humano pode esquivar-se das leis da natureza, ninguém consegue nadar em sentido contrário a elas. Deus é a força que impulsiona as leis da natureza, a força que ainda ninguém compreendeu, que ninguém viu, mas cujos efeitos cada um, dia a dia, hora a hora, até nas frações de todos os segundos, tem de ver, intuir e observar, se apenas quiser ver, em si próprio...”
Abdruschin, Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal

“No Templo do Onipotente Criador encontrava-se um altar. Três degraus conduziam ao altar, o qual era coberto por uma placa de ouro martelado. Sobre essa placa se encontrava um prato de bronze: o recipiente com a luz eterna.”
Roselis von Sass, A Desconhecida Babilônia
