Em briga de
marido e mulher, ninguém mete a colher,avisa o ditado popular. Mas, em que outras brigas, perspectivas e
desejos temos metido as nossas colheres? Muitas vezes as famílias esquecem que
há limites entre o coletivo e o particular, ignorando o respeito necessário
pelas escolhas e pelos anseios de cada membro. Para achar o equilíbrio não há
fórmula pronta: ceder quando for a hora, impor limites em outros
momentos, cuidar e deixar-se cuidar. Tudo faz parte de uma convivência que pode
gerar boas aprendizagens, desde que haja espaço para a autenticidade e para o
desabrochar singular de cada um.
“Apenas o anseio ascendente do espíritofaz com que a garra das trevas pareça mais dolorida, porque a garra até aí não pôde ser tão sentida, enquanto o espírito voluntariamente se enquadrava…”