Nos dias de hoje, poucos são aqueles que pensam no céu ao enfeitar a árvore de Natal. Os pensamentos ligados às obrigações e distrações terrenas e a tudo o que é material, incluindo aí as “obrigações natalinas”, parecem proliferar com mais força do que os pensamentos que nos conectam ao céu. Assim, a pouca valorização do real significado do Natal reflete em muitos que se reúnem em volta da árvore.
Que brilhos será que envolvem as pessoas nesse dia? Brilhos passageiros e ilusórios, feito um sopro de purpurina, ou brilhos verdadeiros como o da estrela de Belém, que calou fundo nos corações dos que puderam observá-la naqueles dias?
Leia mais na coletânea de textos de Natal abaixo, que também pode ser compartilhada como uma lembrança de fim de ano:

“... existe um significado muito sério relacionado com os nomes, quer se trate do nome de pessoas, de animais, plantas ou de países. Todo o nome é, a seu modo, um filtro que dá passagem a vibrações da Luz de uma certa e determinada significação.”
O tempo todo somos encontrados por novas sensações. O mundo nos afeta, achando constantemente uma porta de entrada. Somos providos de sentidos e, por meio deles, cheiramos e sentimos o mundo. Elaboramos experiências do lado de dentro e, então, transpiramos aquilo que nos tocou de forma transformada e singular. Como participantes desse fluxo constante de afetos, temos também a capacidade e a responsabilidade de afetar.
