
“Polidoro, que ficara parado na porta, sofreu horríveis tormentos, mas estes revolveram o solo em sua alma. Subitamente, via diante de si os seus erros, como na mais clara luz, e nele despertou o propósito de se tornar melhor.
Esse dia e a noite seguinte foram, para ele, um ponto de transição em sua vida. Perante o pai ele sentiu grande veneração. Príamo procedeu com ele como com um velho amigo, isso o filho nunca esqueceu. A par disso desabrochou em sua alma o amor pela pequena irmã, na qual reconheceu o presente de Deus, que fora dado a todos. Isso não se processou de uma só vez, porém devagar e continuamente cresciam amor e reconhecimento.”
