
“Podemos, pois, colher ensinamentos vasculhando o passado, através do reconhecimento do que foi acertado e do que foi errado nas ações humanas; podemos igualmente sonhar com um belo porvir, um futuro sem tristezas, sem maldades e sem injustiças. No entanto, devemos, acima de tudo, viver integralmente cada minuto do tempo presente, vivenciá-lo plenamente, com vistas à evolução espiritual. Pois é nele, no tempo presente, que se evidencia, afinal, quem somos de fato, e é unicamente isso que conta na época do Juízo.”
Roberto C. P. Junior, O Dia sem Amanhã

Numa época de muita informação e pouca clareza, há a sensação de que algo está em ebulição. As mudanças são rápidas demais para serem digeridas e as referências conhecidas se desorganizam facilmente, enquanto tentamos seguir uma rotina.
Talvez por isso um fenômeno silencioso acontece: cada vez mais pessoas voltam a se interessar por textos antigos e pelas perguntas que a modernidade tentou silenciar.
Quem somos? De onde viemos? Para onde estamos indo? Qual o sentido por trás das crises que atravessamos?

“Por toda parte da Terra, e até o início da época glacial, as parreiras cresciam como cipós e subiam até as mais altas copas das árvores.”
Roselis von Sass, O Livro do Juízo Final