
Numa época de muita informação e pouca clareza, há a sensação de que algo está em ebulição. As mudanças são rápidas demais para serem digeridas e as referências conhecidas se desorganizam facilmente, enquanto tentamos seguir uma rotina.
Talvez por isso um fenômeno silencioso acontece: cada vez mais pessoas voltam a se interessar por textos antigos e pelas perguntas que a modernidade tentou silenciar.
Quem somos? De onde viemos? Para onde estamos indo? Qual o sentido por trás das crises que atravessamos?
Civilizações antigas já se faziam essas perguntas. Egípcios, persas, gregos, árabes, povos escandinavos e indígenas, profetas e sábios de diferentes culturas deixaram registros intrigantes sobre um período de transição profunda da humanidade — momento em que o ser humano seria chamado a rever sua forma de viver. Como se a humanidade precisasse reaprender a se alinhar com as leis que sustentam a própria vida. Vivemos justamente essa época.
As perguntas profundas da existência podem atravessar os tempos, mas é preciso cuidado na escolha das ferramentas para respondê-las. Durante muito tempo, acostumamo-nos a exigir respostas imediatas e verificáveis para tudo. As análises racionais precisam, no entanto, abrir espaço para a amplitude de percepções mais finas.
“A intuição, como voz do espírito, está livre das amarras do tempo e do espaço terrenos”, escreve Roberto C. P. Junior.
Uma dimensão silenciosa atravessa os textos espirituais, com suas alegorias e metáforas nem sempre coladas a uma lógica literal. Tentativas de falar do invisível com as palavras disponíveis pedem uma escuta profunda.
“Tentativas de interpretação literal de metáforas de cunho espiritual não são mais do que meros exercícios de raciocínio, algo impossível de se obter êxito. O raciocínio não tem capacidade para alcançar o que se situa acima do terrenal em suas análises, visto ser ele próprio um produto do cérebro material.”
Roberto C. P. Junior
O FILHO DO HOMEM NA TERRA
Profecias sobre sua vinda e missão
“Nuvens de perfume me envolvem, ao aproximar-me da ponte sobre o Nilo. As acácias e as laranjeiras dos maravilhosos jardins de Gizé estão em plena formação. Olho para as canoas do Nilo, balançando levemente junto à beira do rio, e lembro-me da minha vinda."
Roselis von Sass, A Grande Pirâmide Revela Seu Segredo
— Nesta vida não mais nos veremos, disse ele amavelmente. Nós nos encontraremos, porém, várias vezes ainda, em outras vidas terrenas. Laços de amor unem nossos destinos, e serão ligações de amor que numa época remota novamente nos unirão.”
Roselis von Sass, A Grande Pirâmide Revela seu Segredo

“Voar em dragões constituía uma vivência única, com a qual cada homem sonhava desde a juventude.
(...) um homem que desejasse voar em dragões, tinha de procurar uma fêmea de dragão. Isso demorava alguns dias ou semanas, conforme a região onde ele habitasse. Tendo encontrado o animal, tinha de aproximar-se dele. A melhor hora para isso era à tardinha, quando os dragões estavam sentados, satisfeitos, perto de suas grutas. O visitante humano, naturalmente, não vinha de mãos vazias. Trazia consigo...”
Roselis von Sass, Atlântida, Princípio e Fim da Grande Tragédia
