Presa por um fio, solta pelo vento. Lá vai a pipa. O que queremos soltar e o que queremos conservar como solidez para seguirmos adiante? Nestes tempos, em que situações extremas batem à porta nas mais diversas áreas da vida, somos confrontados e pressionados. Somos enfaticamente convidados a fazer uma revisão de nossos papéis e de nossas certezas. Podemos até achar que somos livres, como uma pipa ao vento. Mas, se prestarmos atenção, talvez estejamos ainda ligados por um fio a valores que precisam ser deixados ou reformulados.
Textos desta edição:
- Tempo de rachaduras
- O ser humano em sua totalidade
- Girar junto
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Caroline Derschner
A perda do sagrado, que no passado irrigava com o espiritual aquilo que era terreno, trazia mais do que uma vivificação para a labuta diária. Era também uma lembrança de um antigo ensinamento que alude que não devemos empoleirar o dia a dia em nosso altar pessoal, adorando o efêmero, mas sim levar o impulso de nossa sintonização devocional para o dia a dia, elevando tudo que for possível ao nosso alcance.

“Imaginai no lugar do teto fios luminosos e delicados que pendem como um fino e transparente véu acima do ‘tecer ao vosso redor’, do qual emana um perfume delicioso capaz de fortalecer e vivificar de maneira singular, tão logo se esteja capacitado a senti-lo conscientemente, dando-lhe atenção."
Abdruschin, Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal

Você já se perguntou de que ponto do planeta se originou a humanidade?
Durante muito tempo, a ciência acreditou que o ser humano moderno havia surgido em um único "berço da humanidade", no leste da África.
Mas novas descobertas mudaram esse cenário.
