O tempo todo somos encontrados por novas sensações. O mundo nos afeta, achando constantemente uma porta de entrada. Somos providos de sentidos e, por meio deles, cheiramos e sentimos o mundo. Elaboramos experiências do lado de dentro e, então, transpiramos aquilo que nos tocou de forma transformada e singular. Como participantes desse fluxo constante de afetos, temos também a capacidade e a responsabilidade de afetar.
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“A Atlântida não mais existia. Desapareceu da face da Terra em um dia e uma noite.
Já depois de pouco tempo não restava mais nenhum vestígio desse extraordinário acontecimento, a não ser a esquisita coloração das nuvens e o mar revolto.
Desaparecidos estavam os…”
Roselis von Sass, Atlântida, Princípio e Fim da Grande Tragédia
