“Maria Madalena sentia-se muito feliz. Caminhava como em sonho e não sabia como chegara à hospedaria. Havia seguido seguramente seu caminho nesse povoado desconhecido. Logo estava novamente reunida com as outras mulheres; ela sentiu-se literalmente impelida à proximidade delas. Parecia-lhe poder agora lhes falar irrestritamente e lhes perguntar sobre tudo o que tanto a agitava.
Constantemente chamava a sua atenção o modo simples e natural com que elas consideravam tudo o que ocorria no decorrer do dia, e de que maneira alegre assimilavam tudo o que podia beneficiar a elas e a outrem, de algum modo.
Ela observava todas as manifestações das outras, sentia suas intenções e pensamentos, e escutava com alma aberta as palavras delas, querendo aprender com elas. Pois sabia que Jesus, ele mesmo, as havia conduzido, abençoado e iluminado.
Elas falavam-lhe de Jesus, e em cada palavra brilhava a fidelidade, o amor e a dedicação ao Senhor. Maria ficava cada vez mais calada, mais modesta, mais introspectiva, não mais conhecendo a si mesma. Onde tinham ficado os tantos sentimentos e pensamentos, que em outros tempos sempre a haviam agitado tornando-a às vezes tão irrequieta, autoritária e apaixonada? Um silêncio havia nela; apenas um som puro, como a badalada límpida de um sino, vibrava em sua alma. Acendera-se nela uma luz e ela orava sem procurar palavras.”
Maria Madalena, Coleção o Mundo do Graal
As plantas, as árvores e as florestas se formam sozinhas?
As montanhas também emergem sozinhas da terra?
Uma casa não surge do nada, um prédio não se eleva sozinho.
O que nos faz pensar que na Natureza seria diferente?

“... existe um significado muito sério relacionado com os nomes, quer se trate do nome de pessoas, de animais, plantas ou de países. Todo o nome é, a seu modo, um filtro que dá passagem a vibrações da Luz de uma certa e determinada significação.”
“...poder compreender é condição fundamental para tudo aquilo que vos deva ser útil!”

