Mitologia - Parte 1

julho 11, 2019

 
Mitologia: Povos antigos, que não se conheceram nem ouviram falar uns dos outros, veneravam seres mitológicos com incríveis semelhanças. Ainda hoje, quando queremos clamar por valores e ideais, são destes seres mitológicos que nos lembramos. Que mundo mágico e maravilhoso é este, tão distante do difícil cotidiano? Quem são estes seres tão fortemente ligados à nossa ancestralidade? Lendas... ou elo perdido? Parte 1 de 3.
 
 
Saiba mais sobre o assunto em O Livro do Juízo Final


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Clareza na escuridão

outubro 17, 2020

Estrela de Belém, em destaque, iluminada por luz dourada em vaso de cerâmica vazado com detalhes de estrelas, sob aparador também iluminado.

Jamais esteve previsto que o desenvolvimento do ser humano aqui na Terra tivesse de se processar no escuro, às apalpadelas, sem uma compreensão clara de sua origem e missão. Pelo contrário. Desde o nascimento do primeiro ser humano na Terra, já estava determinado que ele teria informações crescentes sobre o sentido da vida e seu papel na engrenagem universal. Mas isso sempre e somente quando atingisse,  por si mesmo, um determinado grau de maturidade. Nunca antes, pois o solo precisa estar adequadamente preparado para a semeadura, caso contrário ela não vinga.”


Roberto C. P. Junior, Jesus Ensina as Leis da Criação

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Emergir

outubro 15, 2020

Imagem de garrafa com mensagem interna de pergaminho, na beira da praia, com as ondas ao fundo e raio de sol destacando a garrafa.

“Na medida em que os tempos se aceleram e trazem a colheita daquilo que o ser humano plantou, as profecias – mais antigas ou recentes – vêm à tona. Profecias mostram sua relevância na medida em que fazem as pessoas pensarem sobre sua atuação presente e questionarem o sentido da vida. São significativas também como alerta, podendo apontar novas direções para a 
humanidade e para cada indivíduo.”

Prefácio do livro  Profecias e Outras Revelações, de Roselis von Sass
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Crianças incas

outubro 13, 2020

Imagem de frutos vistosos e rosados, bordeado por folhas verdes vistosas!

“Era uma característica das crianças incas, ao ver uma árvore carregada, nunca se lançar sobre as frutas. Antes de tirar as frutas, elas dançavam de mãos dadas em redor da árvore, abraçando-a e chamando pelas ‘tschilis’*. Logo depois algumas crianças começavam a cantar… Era a canção das tschilis das frutas, a quem amavam especialmente.”
 
Roselis von Sass, A Verdade sobre os Incas
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