“O ar estava abafado, anunciando um temporal. Nesse momento, seres dos ventos sopravam violentamente sobre ele, tentando arrastá-lo. Desesperadamente, então, segurou-se no marco de divisa.
Não queria ser arrastado! Finalmente o deixaram. E no silêncio que o envolveu novamente de forma agradável, ele ouviu o gongo. Essa era a batida de gongo familiar, que sempre chamava os alunos. Todo o ser de Alaparos estremeceu. O gongo! Nesse instante soou a voz de seu mestre:
‘Ouve e escolhe!’ Como que em êxtase espiritual, Alaparos tinha ouvido a voz de seu mestre. Não estava sozinho e desligado da comunidade de Ur. O elo, o misterioso elo, através do qual os iniciados recebiam e transmitiam notícias, ligava-o também.”
Roselis von Sass, A Desconhecida Babilônia
As plantas, as árvores e as florestas se formam sozinhas?
As montanhas também emergem sozinhas da terra?
Uma casa não surge do nada, um prédio não se eleva sozinho.
O que nos faz pensar que na Natureza seria diferente?

“... existe um significado muito sério relacionado com os nomes, quer se trate do nome de pessoas, de animais, plantas ou de países. Todo o nome é, a seu modo, um filtro que dá passagem a vibrações da Luz de uma certa e determinada significação.”
“Maria Madalena sentia-se muito feliz. Caminhava como em sonho e não sabia como chegara à hospedaria. Havia seguido seguramente seu caminho nesse povoado desconhecido. Logo estava novamente reunida com as outras mulheres; ela sentiu-se literalmente impelida à proximidade delas. Parecia-lhe poder agora lhes falar irrestritamente e lhes perguntar sobre tudo o que tanto a agitava.
Constantemente chamava a sua atenção o modo simples e natural com que elas...”
Maria Madalena, Coleção o Mundo do Graal


