
“Por que, simplesmente, não se esclarece ao moribundo que terrenamente não é mais possível nenhum recurso, sendo muito provável um desenlace próximo? É evidente que se deve transmitir certa serenidade ao moribundo, não porém em detrimento da verdade!
Estando ele ciente de que seu falecimento é certo, é oferecida a ele a possibilidade de conformar-se com tal realidade, fato que lhe possibilita pôr em ordem todas as coisas terrenas, aliás, como é natural. Ao mesmo tempo tem também a oportunidade de meditar sobre seu desenlace, e com isso o temor pela morte perde seu impacto mais forte. Se não aproveitar essa oportunidade, prejudicará a si próprio.”
Roselis von Sass, Fios do Destino Determinam a Vida Humana

“Qualidades boas, como verdadeiro amor pelo próximo, confiança, justiça, alegria, gratidão, consideração, amor pela Verdade, produzem uma...”

“De todos os lados acorriam os homens, aproximando-se da povoação. Os homens e rapazes vinham correndo apressadamente do lado do mar, com suas armas de arremesso. Já se podia perceber neles a educação dada por Hjalfdar. Ele havia incutido neles a sua serena conduta; apesar da grande pressa e da máxima vigilância, podia se notar neles o domínio sobre si mesmos.”

“O ser humano sempre pensa em algo que outrora vivenciou, que lhe produziu uma impressão fora do comum, mas que ele presumia desde muito já extinta em seu íntimo.
Entretanto, nele nada se apagou...”