“Imaginai, pois, o oleiro sentado diante do torno e da argila, que em sua flexibilidade se deixa plasmar em todas as formas. O torno, porém, não é movido pelo próprio oleiro, e sim por uma correia de transmissão que, por sua vez, a força de uma máquina não deixa parar.
Mediante a pressão do dedo conforma-se, então, a argila em contínua rotação, rotação que a pedra executa tendo a argila em cima. De acordo, porém, com a pressão do dedo, assim se vai moldando a forma, que pode sair bonita, feia, horrível.
De idêntica maneira age também o espírito do ser humano neste mundo da Criação posterior. Como espírito, ele exerce a direção por meio de sua vontade, isto é, a pressão sobre parte do enteal, que forma a matéria fina e também a grosseira. O enteal é para o espírito o dedo que exerce a pressão, conforme sua vontade.
A argila é a matéria fina e a matéria grosseira, mas o movimento, que se dá independentemente do espírito humano, são os movimentos automáticos das leis primordiais da Criação, semelhantes a correntes, que impelem ininterruptamente para o desenvolvimento tudo o que o ser humano forma com sua vontade.”
Abdruschin, Na Luz da Verdade - Mensagem do Graal

“...o conhecimento das leis universais da Criação, igualmente imutáveis, permite saber de antemão o que aguarda a humanidade como um todo no futuro...”
Roberto C. P. Junior, O Filho do Homem na Terra

Numa época de muita informação e pouca clareza, há a sensação de que algo está em ebulição. As mudanças são rápidas demais para serem digeridas e as referências conhecidas se desorganizam facilmente, enquanto tentamos seguir uma rotina.
Talvez por isso um fenômeno silencioso acontece: cada vez mais pessoas voltam a se interessar por textos antigos e pelas perguntas que a modernidade tentou silenciar.
Quem somos? De onde viemos? Para onde estamos indo? Qual o sentido por trás das crises que atravessamos?
“Nuvens de perfume me envolvem, ao aproximar-me da ponte sobre o Nilo. As acácias e as laranjeiras dos maravilhosos jardins de Gizé estão em plena formação. Olho para as canoas do Nilo, balançando levemente junto à beira do rio, e lembro-me da minha vinda."
Roselis von Sass, A Grande Pirâmide Revela Seu Segredo