“...permanece incompreensível o fato de suporem que os maravilhosos mundos da natureza se tenham originado do nada, sem a cooperação de mãos ativas… Na Terra ninguém esperará que um pedaço de pão, roupas, casas e tudo o mais, necessários à vida na matéria grosseira, surjam do nada, sem a colaboração humana… Estão à disposição do ser humano os elementos básicos dos quais pode produzir tudo o que necessita para a sua manutenção… Nos reinos da natureza não é diferente.
Sem a cooperação de forças enteálicas realizadoras não seria possível a vida, o movimento, não haveria o crescer, o florescer e nem o fenecer…”
Roselis von Sass, O livro do Juízo Final

“...o conhecimento das leis universais da Criação, igualmente imutáveis, permite saber de antemão o que aguarda a humanidade como um todo no futuro...”
Roberto C. P. Junior, O Filho do Homem na Terra

Numa época de muita informação e pouca clareza, há a sensação de que algo está em ebulição. As mudanças são rápidas demais para serem digeridas e as referências conhecidas se desorganizam facilmente, enquanto tentamos seguir uma rotina.
Talvez por isso um fenômeno silencioso acontece: cada vez mais pessoas voltam a se interessar por textos antigos e pelas perguntas que a modernidade tentou silenciar.
Quem somos? De onde viemos? Para onde estamos indo? Qual o sentido por trás das crises que atravessamos?
“Nuvens de perfume me envolvem, ao aproximar-me da ponte sobre o Nilo. As acácias e as laranjeiras dos maravilhosos jardins de Gizé estão em plena formação. Olho para as canoas do Nilo, balançando levemente junto à beira do rio, e lembro-me da minha vinda."
Roselis von Sass, A Grande Pirâmide Revela Seu Segredo
